Total de visualizações de página

Arquivo do blog

Curso Depol

Curso Depol
Preparatório Delegado de Polícia - 50% de desconto p/ ex-alunos GOE

Buchas da Oral 5

Português: “Mande-os entrar / entrarem.” – qual a concordância correta?
Prof. Farid: “Mande-os entrar.”. É preciso conhecer os verbos empregados no período dado. 1) Verbo causativo = verbo que expressa uma permissão, uma autorização: “mandar”, “permitir”, “autorizar”. 2) Um infinitivo = “entrar”.
Quando uma frase apresenta dois verbos – um causativo (expressa uma autorização = “deixar”, “permitir”, “autorizar”, ...) ou sensitivo (expressa um dos sentidos humanos = “ouvir”, “ver”, “sentir”, ...) e o outro é um infinitivo “= “entrar”, “pôr”, “entrar”, ...) tendo como sujeito um pronome átono ( = me, te, se, o, os, a, as, nos, vos), a concordância do infinitivo se faz obrigatoriamente no singular. Outros exemplos: “Ela nos autoriza ficar.” = o pronome “nos” é o sujeito de “ficar”; “A empresa viu-te sair mais cedo.” = o pronome “tu” é o sujeito de “sair”.
Em tempo: caso o sujeito do infinito seja um substantivo no plural, a concordância do infinitivo pode ser feita no singular ou plural: “Ela autoriza as crianças ficar / ficarem.” = o termo “crianças” é o sujeito das formas “ficar” – “ficarem”; “A empresa viu dois funcionários sair / saírem mais cedo.” = o termo “dois funcionários” é o sujeito das formas “sair” – “saírem”.
Estas concordâncias estão em nosso Caderno de Estudo para Concursos Português volume 2, no capítulo de Concordância Verbal – Concordância com Verbo no Infinitivo. Consulte, também, o Caderno de Exercícios – Concordância. Abraço.

Direito: No furto qualificado, qual o momento que ocorre a consumação do furto?
Prof. Víctor: Para o momento consumativo do furto adota-se a teoria da "inversão da posse", a qual dispõe que deve o agente apoderar-se do bem tendo-o em posse tranqüila tendo o bem sido tirado da esfera de vigilância da vítima, ainda que por breve hiato temporal. Situação diversa desta, haverá a ten­tativa. Em casos excepcionais pode ocorrer a consumação ainda que o bem não saia do âmbito patrimonial do lesado, como é o caso da faxineira caseira que se apodera de um relógio do patrão escondo-o num local da casa, somente para quanto encerrar o serviço apanhá-lo e levá-lo embora. Nesse caso exerceu seu poder de livre disposição sobre a coisa, ainda que momentaneamente, tendo assim consumado o crime.

Criminologia: Quem idealizou o homem médio?
Prof. Mônica: Agregando valores a nossa cultura criminólogica, segue a BUCHA DE PÁSCOA... Quem idealizou foi Adolphe Quetelet. O homem médio é bastante utilizado no Direito Penal e representa aquela pessoa mediana, nem tão inteligente, nem tão burra, mas que sempre está no meio dos dois opostos - máximo e mínimo. É uma pessoa moderada em tudo, cujas características são razoáveis e proporcionais. É uma espécie de parâmetro direto e objetivo de conduta e de saber, que serve para comparar as condutas e características das pessoas, podendo considerá-lo a "unidade de medida do comportamento humano".
É um ser "ideal", nem alto, nem baixo, nem magro, nem gordo, nem branco, nem negro, nem sábio, nem tolo. Ele é uma abstração jurídica. Um exemplo de humano fictício que serve de parâmetro para a conduta de todas as pessoas.

Atualidades: O que é uma arma biológica? Onde podem ser usadas? Onde podem ser manipuladas?
Prof. Rodrigo: Uma arma biológica pode ser constituída por micro-organismos patogênicos: bactérias, vírus, fungos ou por toxinas elaboradas por um desses agentes, tendo elas algum efeito direto sobre o organismo humano ou indireto, fazendo uso da contaminação pretendida, atingindo animais ou vegetais que irão causar efeitos nocivos ao homem. Os interesses que levam à confecção de uma arma biológica podem ser diversos: territoriais, políticos ou religiosos, envolvendo diferentes etnias. A confecção de armas microbiológicas para assegurar o potencial bélico utiliza diferentes meios para dissipar a destruição da população nos campos ou nas cidades, pelo ar, pela água ou através dos alimentos. No organismo, o contágio é facilitado pelo acesso e instalação do agente ou inalação / ingestão de toxina através de vias que proporcionam maior eficácia letal. Essas vias geralmente são: as vias respiratórias, digestivas e cutânea. Alguns exemplos de armas biológicas utilizadas e supostamente manipuladas durante a história e as conhecidas nos dias atuais são: Bacillus anthracis que causa a doença denominada carbúnculo; Clostridium botulinum, bacilo encontrado na água ou nos alimentos; Orthopoxvirus, vírus da varíola; Ébola, febre infecciosa hemorrágica. Saudações.

Lógica: Um baralho quantas cartas tem? Eu quero tirar uma dama de ouro, qual a probabilidade? E se eu quiser tirar as 4 damas?
Prof. Pedrão: Questão de probabilidade relativamente difícil que apresenta cálculos complicados e problemas em sua formulação, quando o examinador pergunta a probabilidade de se retirarem as 4 Damas de um baralho ele não deixa claro se existe a reposição de cartas ou não. Para resolver o exercício vou admitir que não haja a reposição das cartas, assim uma carta retirada não volta mais ao baralho, fazendo com que ele tenha uma carta a menos na próxima retirada. R: Um baralho comum tem 52 cartas. A probabilidade de se retirar uma dama de ouros é: P = 1 / 52. A probabilidade de se retirar as 4 damas deste baralho é: Obs: Teoricamente não é obrigação de nenhum candidato saber a quantidade de cartas de um baralho, mas por ser um assunto recorrente nas questões de probabilidade, convém que ele saiba que um baralho comum tem 52 cartas, divididas por igual em 4 naipes (ouros, copas, espadas e paus) de 13 cartas cada (Ás, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, J, Q e K).

Informática - Prof. Rodney: Olá pessoal do Blog do curso GOE. Até o presente momento, a banca de informática tem se mostrado de altíssimo nível com a presença dos ilustres examinadores, cujas perguntas apenas refletem o conhecimento teórico e prático que um investigador de polícia precisa ter para exercer suas atividades em uma das maiores e melhores instituições do Brasil: a Polícia Civil de São Paulo. Mais uma vez, até o momento nenhuma surpresa nas provas orais, talvez em razão do próprio compromisso da banca examinadora da Polícia Civil de SP em estar alinhada com a tecnologia da informação contemporânea, mas como temos que identificar "A BUCHA DA ORAL", a pergunta que destaco neste dia é: "O QUE É BUNKER?”
Essa questão envolve conhecimento de Segurança da Informação e a Política de Segurança da Informação de uma Instituição pública ou privada, cujas aplicações de segurança intensificaram-se muito depois da tragédia de 11 de setembro de 2001 ocorrida nos Estados Unidos. Com os atentados às Torres Gêmeas no World Trader Center, o mundo da TI começou a preocupar-se mais com as ameaças e atentados aos centros computacionais, onde estão armazenados dados importantíssimos à natureza do negócio de cada instituição. Bunker em inglês (em alusão às trincheiras de guerra que protegiam os soldados) ou Sala Cofre em português é o ambiente computacional de altíssima segurança para evitar desastres e manter os sistemas de TIC em perfeito funcionamento, mesmo que ocorram tentativas externas de paralisação de serviços de informática (destruição de servidores, banco de dados, links, backup etc.). Um bunker ou sala cofre deve prever, de acordo com as normas internacionais e nacionais, entre outros pontos:
• Blindagem contra fogo por 120 minutos;
• Estar fora de rota aérea;
• Distante de aeroportos, heliportos ou helipontos;
• Distante de rios;
• Distante de indústrias poluentes;
• Monitoramento 24 horas 07 dias por semana;
• Detectores de fumaça;
• Gás FM 200;
• Controle de acesso.
Um bunker ou sala cofre também pode ser chamado de backup site e deve inibir ou minimizar os incidentes, preservando o funcionamento de todos os sistemas de uma instituição. Abraços a todos amigos e concurseiros, de seu prof. Idankas.